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CAMARÃO É NOVO ALIADO NO COMBATE AO CORONAVÍRUS

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Através da casca do camarão, pesquisadores da universidade federal de Campina Grande, no estado da Paraíba, criam máscaras cirúrgicas e álcool em gel capazes de reter e matar o COVID-19

 Os Pesquisadores do Laboratório de Desenvolvimento de Biomateriais do Nordeste (CERTBIO) da UFCG desenvolveram uma máscara cirúrgica biodegradável capaz de reter o vírus da covid-19, responsável pelo Coronavírus e matá-lo. Apesar de ser descartável, o material tem uma durabilidade de até 24 horas seguidas de uso.

 Esse projeto foi uma iniciativa emergencial do Governo do Estado da Paraíba com o intuito de encontrar soluções para o problema, apoiando as pesquisas científicas. Denominado “Proteção no Combate à Covid-19: Inovação no desenvolvimento de Máscara Cirúrgica”, o projeto soma 2 Milhões de Reais em recursos exclusivos do governo estadual e da Assembleia Legislativa da Paraíba.

 No material das máscaras foi aplicado um elemento chamado Quitosana. Este biomaterial atua como bactericida, fungicida e virucida. A quitosana é obtida de exoesqueletos (esqueletos externos) de crustáceos, insetos ou fungos. Na experiência feita pela CERTBIO, a matéria prima usada é o camarão, facilmente encontrado na região. O custo final de cada unidade das máscaras não passa de incríveis 10 centavos.

 Ao contrário de outros materiais usados em máscaras cirúrgicas, a quitosana é biodegradável. “Ao invés de ‘brigarmos’ com a natureza, estamos nos aliando à ela e oferecendo defesa à sociedade a partir da própria natureza”, afirma o coordenador da pesquisa, professor Dr. Marcus Vinícius Lia Fook.

 O cientista afirma que a quitosana não trata a covid-19, apenas não permite que o vírus passe por ela, criando um bloqueio químico. Apenas com o uso da máscara, é criado um bloqueio físico, com o acréscimo da quitosana, ganha um reforço químico.

 Com o uso de máscaras sem a quitosana, o vírus bate na barreira física e retorna vivo para o ambiente. Se encontrar condições de sobreviver e se fixar, ainda pode infectar as pessoas. Com o uso de máscaras com a quitosana é diferente, o vírus é atraído para ela e não encontrará condições de sobreviver, consequentemente sendo exterminado. Em resumo, a quitosana tem a capacidade de capturar o vírus e não dá a ele ambiente propício para permanecer ativo.

 Além da confecção de máscaras, o Laboratório desenvolveu também uma quitosana em gel que também é virucida. Higieniza as mãos com uma ação mais prolongada sem ressecá-las e com ação rejuvenescente.

 O projeto prevê a confecção de 10 mil máscaras cirúrgicas de nível 1 (protege contra partículas) que serão distribuídas em hospitais da Paraíba. O CERTBIO com o incentivo do Governo do Estado da Paraíba também desenvolverá mascarás de nível 2 (protege contra gotículas), em parceria com a Universidade de Brasília. A confecção de máscaras de nível 3 (oferece proteção radiológica, em casos de exames de Raio-X, por exemplo), é um projeto futuro, na lista do laboratório.

Fonte: https://www.clickpb.com.br/paraiba/pesquisadores-da-ufcg-desenvolvem-mascara-cirurgica-que-retem-e-mata-coronavirus-288850.html

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